sexta-feira, 11 de julho de 2008

Céu, lindo céu

Bom, chega de falar das coisas que não sei fazer, esse assunto realmente me cansa, rs. (risos com ponto final para os que se incomodam! HAHAHA)

Enfim, voando alto no céu hoje me vi impressionada com a capacidade do homem e de Deus.
Tava lá voando, super normal pra quem nasceu no século XXI (eu ainda sou do século XX, tenho total direito de achar isso um absurdo - mas por favor, não pense que estou dizendo que o homem começou a voar ano passado, rs). Cara, eu tava voando! Que absurdo.. é uma super engenhoca super pesada que parece estar voando a 2km por hora e na verdade tá me economizando muita bunda amassada. Amazing! Sem contar as nuvens.. fazia tanto tempo que eu não voava por aí que tinha me esquecido como é lindo ver as nuvens de cima, elas realmente parecem algodão doce, mas do tipo tapete. Lindo, lindo! E uma vez que o avião (no caso eu, HAHA) começa a passar no meio do algodão, elas dão uma impressão de estarem se desfazendo.
Sem contar que vi o nascer do sol.. ai, 'isso é tão romântico' (lembra da gordinha de Carrossel? rs) Tá tudo escuro e de repente a cor laranja vai surgindo.. nunca gostei tanto de laranja! Deixou o pôr do sol da Unioeste no chinelo.

Não posso negar que o homem chega cada dia mais longe com sua vontade desenfreada de ser deus, mas tenho certeza de que Deus o homem nunca vai. Tem que ser foda pra construir um céu tão lindo..

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Eu sei fazer pouquíssimas coisas.
Me enrolo até mesmo pra cozinhar arroz.
É verdade, fico perdida e penso mil vezes antes de colocar ingredientes numa panela.

Enfim, também não sei elaborar nada que seja muito decorado, cheio de coisinhas de menina, sabe? Nesse aspecto meu lado macho se revela, rs.
Não sei usar nenhum programa no computador que exija demais do meu raciocínio e não consigo criar peças gráficas. Não sei nem mesmo fazê-las num papel, afinal, também não sei desenhar.
Não sei costurar, não sei andar de bicicleta em uma rua movimentada, não sei tirar uma mancha de óleo que caiu no meu tênis novinho e canso se tiver que esfregar uma roupa suja.

Na verdade, não sei fazer muitas coisas..
mas uma coisa eu gosto e - não sou a melhor! - mas me satisfaço com o pouco que tenho e desejo evoluir e evoluir. Eu gosto mesmo é de cantar! Pra mim, pros outros.. é a única coisa que sei fazer mais ou menos e que me agrada de verdade. E ainda assim, tenho que conviver com a rouquidão que me ama. No meu caso, ficar rouca é pior que ter cólica, rs. Uma vez tava falando pra Jaq que gostaria que o mundo vivesse de escambo, mas que a única coisa que eu sei fazer é cantar e ela pra me animar disse "Pois é, e você ainda ficaria rouca em alguns dias!" rs. É.

Tá, eu também gosto de falar inglês e de dar aulas, mas isso não vem ao caso.. o que eu queria dizer mesmo é que gosto de cantar e que é o pouco que sei fazer. É pouco, mas tô feliz com meu pouquinho! :)

sexta-feira, 4 de julho de 2008

...

Tava tudo bem até dois minutos atrás. Mais um dia tinha se passado e na verdade, tá tudo bem, não fosse o sentimento mais temido e odiado por mim na face da terra: o ciúme.

Sai catinguento!

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Dois que se tornam um


Enquanto elas tricotam, eles tomam cerveja;
Enquanto elas falam sobre roupas e idas ao salão de beleza,
Eles voltam suados e fedidos do futebol.
Se elas dizem sim, eles dizem não; Se elas dizem não, eles dizem sim.
Se ela quer uma noite romântica, ele prefere uma noitada no bar;
Se ela quer uma noitada no bar, ele pede por um romance.
Se são os amigos dele vocês vão, se são os dela talvez sim, talvez não.
Se ela quer chuva, ele prefere o sol; Se ela gosta de mpb, ele prefere a distorção.
Se é assim ela reclama, se é assado é a vez dele reclamar.
Se ela vai ele não gosta, se ele vai ela não pode opinar;
Se ela tá errada chora, se ele tá errado não se importa, mas se beber, chora.
Se em um Gol cabem quatro, em um Fusca cabem cinco.
Se ela quer um menino ele quer uma menina.
Se a cortejam ele se enciúma, se o cortejam ela grita.
Bola-quadrado; pé-mão; céu-inferno; rancor-perdão; muito amor-pouco amor;
apego-desapego; sol-chuva; guitarra-violão; televisão-cinema; amor-ódio.

Se ela precisa dele, é porque ele também precisa dela. Se ela é tão diferente dele e ele tão diferente dela quando em sua guerra dos sexos é simplismente porque quando juntos, a sós, ela é só dele e ele é só dela.

Ela é tão ele e ele é tão ela.
A metade de 2 é igual a 1.
Dois que se tornam um.



Fiz esse texto há uns dois anos. Me inspirei em quem mais me inspira.
Hoje certas coisas entre nós e que estão neste texto mudaram, mas a inspiração não, ele sempre me inspira algo novo...

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Coisas que me deixam arghhhhhh!



1. papel higiênico em cima da pia

2. quando usam a minha toalha

3. quando uso a toalha dos outros

4. domir depois da meia noite em dia de semana

5. cocô na privada

6. música chata em volume alto

7. segurar o número dois (rs)

8. não voltar pra casa em menos de 8 horas - a não ser que eu esteja viajando

9. não tomar banho de manhã

10. ficar mais de dois dias sem lavar os cabelos

(não necessariamente nesta ordem, tudo depende do dia e do meu estado de espírito! rs)

domingo, 15 de junho de 2008

Panis, Circensis et... música boa?

De um lado ouvimos batuques alucinantes, de outro, ritmos eletrônicos que parecem já vir com luzes de boite embutidas, há também os riffs e solos cheios de sentimentalismo e as letras sobre bebedeiras e coisa e tal.
Não importa o que você mais gosta. Importa que música é música! Tudo bem se você gosta de forró universitário e seu vizinho do POP dos anos 80. Gosto musical variado não é o problema, o que atrapalha o cenário da música atual é justamente a falta de novidade e qualidade.
A música do século XXI não tem o mesmo sabor de originalidade que houve ao longo dos anos 60 e 70, por exemplo. Nesta época, o Brasil contava com sons psicodélicos e cheios de experimentalismo, com grupos como Os Mutantes, Secos e Molhados e A Bolha, além de “macacos velhos” como Caetano Veloso e Gilberto Gil, que já haviam assustado a massa conservadora da época com a Tropicália. Além disso, o brasileiro ainda podia se esbaldar com a Jovem Guarda de Roberto e Erasmo Carlos e com a sinceridade da Bossa Nova de Tom Jobim. Eram tempos de glória para o Brasil, afinal, o país estava modelando uma cultura permanente.
E hoje, o que temos tão pitoresco? No cenário popular temos alguns nomes de sucesso em cada estilo musical que se ouve no país. Suficiente? Talvez não. Não basta termos músicos que fazem sempre a mesma coisa e que são reconhecidos por isso. Existem bandas e cantores de qualidade no país, mas estes preferem ficar no anonimato ou no cenário “discreto” da música. Muitos músicos iniciam suas carreiras com muita qualidade e ao receberem o prestígio da fama acabam por ficar na mesmice, por medo de serem esquecidos. É por isso que a qualidade do que se ouve nos anos 2000 vai de mal a pior: os músicos, em sua maioria, não se preocupam em tentar acostumar os ouvidos dos desacostumados com melodias de qualidade, como se fazia há algumas décadas. É muito mais fácil “criar” aquilo que é fácil de engolir e não pede por mais de dois plays para grudar na memória feito chiclete duro!
Como já foi dito, gosto musical não se discute, mas a qualidade do que está sendo feito... ah, isso se discute sim! Afinal, já dizia a musa inspiradora dos teens do Brasil, “é ou não é pra chorar, é ou não é pra.. diz você!”.
Créditos ao Jean! (Foi ele quem me apresentou a banda A Bolha e que contribuiu com informações importantes! - Gracias)

terça-feira, 13 de maio de 2008

Mais outro dias findou...

Mais um final de semana mágico se foi.
Sei que não fiz tudo o que poderia ter feito, pelo contrário, acho que em certos pontos fui mais perdida do que quem se sentia perdido. Já tava tão acostumada com tantas coisas e de repente um giro assusta quem toma frente!
Foi bom, muito bom mais uma vez fazer parte de algo tão grandioso.
Me questionei inúmeras vezes sobre o porquê daquilo tudo, sobre o porquê de tanta dedicação, sobre o porquê de tanta gente ali, sobre porquê de tanto esforço em fazer tudo aquilo dar certo..
E no final de tudo, entendi mais uma vez.
Todo mundo precisa de alguém e o porquê disso tudo é que simplesmente, neste final de semana nos éramos vários alguéns. Amém.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Subcapítulo

[Tava lendo o blog de uma amiga e lá ela dizia que estava em um novo capítulo de seu livro da vida e ler aquilo me inspirou a voltar]

Eu não estou em um novo capítulo e muito menos troquei de livro. Tudo continua da mesma forma, do mesmo jeito. Eu ainda gosto das mesmas coisas, das mesmas pessoas, faço tudo igual e muitas vezes me vejo tomada por um comodismo sem igual, o que faz de mim a mesma pessoa de sempre.
A verdade é que estou há um bom tempo no mesmo capítulo, mas desta vez, estou num subcapítulo da minha história. Tá tudo bem igual e ao mesmo tempo bem diferente. Quem antes tava sempre por perto, hoje já não tá mais; A menina que se sentia à vontade pra conversar com qualquer pessoa, hoje foge delas pra não ter que fazer amizade; A menina que contava suas intimidades hoje guarda quase tudo pra si..
O que eu vejo hoje é que tô sozinha. Tô vendo que cada um tá seguindo seu rumo e eu continuo aqui, fazendo tudo igual e ainda tendo a capacidade de evitar o desconhecido. Não vejo problema em ver pessoas seguindo novos caminhos, pelo contrário, fico muito feliz por elas. Mas fico triste por mim, que tô presa às mesmas coisas de sempre sem conseguir sair do lugar. É claro que nas coisas do meu dia a dia eu evoluo, mas no que não faz parte de mim eu nem tento.. Eu não tento seguir novos rumos como essas pessoas. Eu não tenho conhecer o desconhecido. Eu não tento nada disso. Isso tudo me consume e eu não sei como agir.
A verdade é que eu só queria dizer à essas pessoas que estou feliz por elas, de verdade. Mas também queria que elas soubessem que tô triste por mim. Eu também queria estar em um novo capítulo, eu também queria estar vivendo coisas novas e mesmo com todas as novidades eu ainda os queria perto de mim.. eu sei que tudo acontece quando tem que acontecer. Não adianta! Eu acredito em destino, que Deus tem algo bom pra mim e que as novidades da minha vida estão por vir, então eu vou esperar...